FIA como parceira estratégica de projetos!

Por que trazer uma escola de negócios para dentro dos projetos da sua empresa?

Em muitos projetos corporativos, falta tempo, falta mão, falta método. O que quase nunca falta é complexidade.

É justamente aí que uma escola de negócios como a FIA faz diferença: ela não atua só na formação de pessoas, mas também em consultoria, pesquisa aplicada e projetos sob medida para empresas públicas e privadas.

Quando uma organização se conecta à FIA, ela ganha acesso a: 👀

▶ Metodologias testadas em diferentes setores

▶ Corpo docente e consultores que combinam academia e experiência de mercado

▶ Projetos customizados, desde estratégia e governança até dados e inteligência artificial

Em vez de tratar cada desafio como um caso isolado, a parceria com a FIA ajuda a traduzir complexidade em estratégia, conectando diagnóstico, plano de ação e capacitação da equipe.

Nos próximos posts, vamos trazer exemplos práticos de como essa colaboração pode acelerar resultados – especialmente em temas como gestão de projetos, transformação digital e IA aplicada ao fluxo de trabalho.

Se você lidera uma área ou unidade de negócio, vale olhar para a FIA não só como escola, mas como parceira de execução! 🤝

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Emoções no ambiente profissional – Como sentimentos moldam escolhas e influenciam rotinas?

No dia a dia corporativo, decisões não são guiadas apenas por lógica – emoções também exercem grande influência.

Reconhecer esses fatores melhora relações, fortalece o trabalho em equipe e promove ambientes mais saudáveis e colaborativos.

Na saúde, onde decisões são constantes e impactam vidas, compreender esse equilíbrio é ainda mais importante.

Cuidar das emoções também é cuidar da qualidade das escolhas. 😉

Conte conosco! 🤝

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Tuberculose drogarresistente: a face mais visível da RAM

Se quisermos um exemplo concreto de resistência antimicrobiana (RAM) em ação, basta olhar para a tuberculose drogarresistente.

O Brasil notifica, todos os anos, centenas de casos de tuberculose resistente a pelo menos um fármaco, incluindo um contingente importante classificado como MDR-TB (resistência pelo menos a isoniazida e rifampicina).

Cada caso de MDR/XDR-TB significa: 👀

• Esquemas mais longos, caros e tóxicos

• Maior risco de abandono e de transmissão de cepas resistentes

• Impacto direto em mortalidade, dias de internação e custos para o sistema

E o mais importante: a RAM em TB não nasce do nada. Ela é resultado de: 👀

• Diagnóstico tardio ou incompleto

• Uso inadequado dos esquemas terapêuticos

• Falhas na adesão por barreiras sociais, financeiras ou organizacionais

• Acesso desigual a testes de sensibilidade e métodos rápidos

Quando olhamos para TB sob a lente da RAM, a discussão deixa de ser apenas microbiológica e passa a ser de sistema: rede laboratorial, política de acesso, modelos de cuidado e stewardship.

Para debater: o que o modelo de vigilância e tratamento da TB pode ensinar para outras frentes de RAM (infecções urinárias, sepse, infecções hospitalares)? ⌨

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Observatório do Diagnóstico Laboratorial

Informação estratégica para decisões mais inteligentes em saúde.

O ”Observatório do Diagnóstico Laboratorial” reúne dados essenciais sobre exames, importações, regulamentação e análises de mercado – incluindo temas críticos como resistência antimicrobiana e inovação em diagnóstico.

Com uma visão técnica e aprofundada, entregamos inteligência que apoia gestores, empresas e instituições a tomarem decisões mais seguras, alinhadas às necessidades reais do setor.

Conhecimento transforma. Informações qualificadas impulsionam o diagnóstico no Brasil. 🤝

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Candida auris: um símbolo dos superfungos no século 21

Entre os chamados “superfungos”, poucos ganharam tanta atenção quanto a Candida auris.

Descrita há pouco mais de uma década, C. auris se espalhou por diversos países e ficou conhecida por três características preocupantes: 👀

• Frequente resistência a múltiplos antifúngicos

• Dificuldade de identificação correta em métodos laboratoriais convencionais

• Capacidade de persistir no ambiente hospitalar, favorecendo surtos em unidades críticas

Na prática, isso significa que um paciente grave em UTI pode desenvolver uma infecção por um fungo difícil de identificar, difícil de tratar e com potencial de transmissão para outros pacientes se as medidas de controle de infecção não forem robustas.

Para o Brasil – e para qualquer sistema de saúde – C. auris é um alerta importante: 👀

• Precisamos de laboratórios preparados para identificar corretamente espécies de Candida e detectar resistência.

• Precisamos de protocolos claros de vigilância, isolamento de casos e rastreio de contatos em surtos.

• Precisamos integrar o tema “superfungos” às estratégias de RAM e às agendas de segurança do paciente.

Superfungos não são apenas uma curiosidade microbiológica; são um teste real da maturidade do nosso sistema assistencial.

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IA e Laboratórios: uma evolução que redefiniu o diagnóstico!

Tecnologia inteligente para precisão, eficiência e melhores decisões em saúde.

A Inteligência Artificial já é uma aliada estratégica dos laboratórios, ampliando a precisão diagnóstica e apoiando o trabalho humano com análises mais rápidas e robustas.

Da interpretação de exames ao monitoramento de qualidade, a IA ajuda a identificar padrões, reduzir variabilidades, antecipar riscos e otimizar fluxos – sempre com o profissional como protagonista.

Quando aplicada com responsabilidade, ética e conformidade, a IA fortalece todo o ecossistema da saúde, impulsionando inovação e decisões baseadas em dados.

Tecnologia que soma. Inteligência que potencializa. A evolução do diagnóstico passa pela integração entre ciência, experiência e IA. 🔍

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Tuberculose: um problema de hoje, não do passado

Quando falamos em doenças respiratórias, muita gente ainda enxerga a tuberculose como algo “do passado”. Mas os dados contam outra história.

O Brasil ainda registra uma incidência elevada de tuberculose, bem acima da meta proposta pela OMS para 2030.

Seguimos entre os países com maior carga de TB no mundo, mesmo com programas consolidados de controle.

Por trás desses números, há um recorte muito claro de vulnerabilidade: 👀

• Pobreza e moradia precária

• Superlotação (cárcere, abrigos, áreas urbanas densas)

• Coinfecção com HIV e outras condições que fragilizam o sistema imune.

Ou seja: falar de tuberculose, hoje, é falar de desigualdade, acesso a diagnóstico e continuidade de cuidado.

Pergunta para reflexão: como líderes em saúde, estamos tratando TB como um tema residual… ou como um indicador central da qualidade do nosso sistema? 💭

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Compliance em saúde como estratégia de valor!

Conformidade que impulsiona confiança, solidez e crescimento.

No diagnóstico e no ambiente hospitalar, compliance não é apenas um conjunto de regras – é uma estratégia para construir operações consistentes, confiáveis e sustentáveis.

Adotar boas práticas, ética, qualidade e transparência fortalece reputação, reduz riscos e amplia a confiança de toda a cadeia: clientes, parceiros, profissionais e instituições.

Na Arcuri, ao lado de parceiros como a Diagnóstica Brasil, apoiamos organizações a transformar a conformidade em diferencial competitivo, criando bases sólidas para resultados duradouros e seguros.

✔️ Negócios fortes nascem da credibilidade.

✔️ Crescimento real acontece com conformidade.

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O que são ‘superfungos’ e por que isso importa?

Nos últimos anos, o termo “superfungos” começou a aparecer cada vez mais nas notícias e em discussões técnicas.

Na prática, estamos falando de fungos com resistência elevada ou múltipla aos antifúngicos que usamos rotineiramente.

Isso significa infecções mais difíceis de tratar, maior risco de desfechos graves e maior pressão sobre o sistema de saúde.

Alguns exemplos já reconhecidos por organizações internacionais como criticamente prioritários incluem espécies de Candida, Aspergillus e outros fungos oportunistas que acometem, sobretudo, pacientes graves, imunossuprimidos, em UTI, onco-hematologia e transplantes.

Por que isso importa? 👀

• Temos poucas classes de antifúngicos disponíveis, muitas vezes com toxicidade relevante.

• A resistência limita as opções terapêuticas e aumenta o risco de mortalidade.

• O diagnóstico laboratorial de micose invasiva e de resistência ainda é subutilizado em muitos serviços.

Quando falamos em resistência antimicrobiana (RAM), não estamos falando apenas de bactérias.

Os fungos resistentes são parte central desse desafio – e merecem espaço nas discussões sobre políticas públicas, investimento em diagnóstico e programas de stewardship.

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Stewardship antimicrobiano: carbapenêmicos não cabem mais no “uso automático”

O fim da era da prescrição por comodidade terapêutica.

No Brasil, a presença de KPC, NDM e OXA-23 está diretamente ligada ao uso histórico indiscriminado de antimicrobianos de amplo espectro.

Em 2025, já não existe espaço para stewardship sem: 👀

◼ Critérios claros de indicação

◼ Protocolos locais atualizados

◼ Equipes dedicadas

◼ Microbiologia atuante

Oportunidades reais:

◼ Transformar stewardship em exigência regulatória

◼ Criar times multiprofissionais estruturados

◼ Revisar prescrições em 48–72h com feedback ao prescritor

◼ Integrar dados de RAM locais aos processos de decisão

Menos protocolo no papel, mais prática consistente.

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