Quando falamos em doenças respiratórias, muita gente ainda enxerga a tuberculose como algo “do passado”. Mas os dados contam outra história.

O Brasil ainda registra uma incidência elevada de tuberculose, bem acima da meta proposta pela OMS para 2030.

Seguimos entre os países com maior carga de TB no mundo, mesmo com programas consolidados de controle.

Por trás desses números, há um recorte muito claro de vulnerabilidade: 👀

• Pobreza e moradia precária

• Superlotação (cárcere, abrigos, áreas urbanas densas)

• Coinfecção com HIV e outras condições que fragilizam o sistema imune.

Ou seja: falar de tuberculose, hoje, é falar de desigualdade, acesso a diagnóstico e continuidade de cuidado.

Pergunta para reflexão: como líderes em saúde, estamos tratando TB como um tema residual… ou como um indicador central da qualidade do nosso sistema? 💭