Tuberculose: um problema de hoje, não do passado!

Quando falamos em doenças respiratórias, muita gente ainda enxerga a tuberculose como algo “do passado”. Mas os dados contam outra história.

O Brasil ainda registra uma incidência elevada de tuberculose, bem acima da meta proposta pela OMS para 2030. Seguimos entre os países com maior carga de TB no mundo, mesmo com programas consolidados de controle.

Por trás desses números, há um recorte muito claro de vulnerabilidade: 👀

◼ Pobreza e moradia precária

◼ Superlotação (cárcere, abrigos, áreas urbanas densas)

◼ Coinfecção com HIV e outras condições que fragilizam o sistema imune.

Ou seja: falar de tuberculose, hoje, é falar de desigualdade, acesso a diagnóstico e continuidade de cuidado.

Pergunta para reflexão: como líderes em saúde, estamos tratando TB como um tema residual… ou como um indicador central da qualidade do nosso sistema?

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Reconhecer avanços também é liderança!

Celebrar pequenas vitórias fortalece resiliência em tempos de pressão constante.

Muitos líderes vivem olhando apenas para o que ainda falta. Com o tempo, isso cria uma sensação permanente de insuficiência, mesmo quando há progresso real acontecendo.

Existe até um comportamento comum nesse cenário: o “gap de merecimento”. A ideia de que ainda não é o momento de celebrar porque sempre há algo pendente, alguma cobrança externa ou uma expectativa maior pela frente.

Conselhos, clientes, metas e pressão por performance fazem muitos profissionais acreditarem que reconhecer conquistas pode parecer acomodação ou arrogância. Mas ignorar avanços continuamente também desgasta equipes e lideranças.

Algumas práticas simples ajudam: 👀

➡ Registrar avanços concretos da semana

➡ Reconhecer entregas importantes no cotidiano

➡ Criar pequenos rituais internos de valorização

➡ Compartilhar aprendizados e evolução do time

Resiliência não nasce apenas da capacidade de suportar pressão, ela também depende da capacidade de perceber progresso ao longo do caminho.

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Três micro-hábitos para sustentar o seu dia!

Pequenas práticas, grandes efeitos na rotina.

Quando alguém pergunta “por onde começo?”, sugerimos três micro-hábitos que transformam o trabalho:

▶ Pergunta de fim de dia:

“O que drenou minha energia? O que me recarregou?”

▶ Pausa intencional na agenda:

5 a 10 minutos entre blocos – sem celular – para respirar, caminhar ou apenas reorganizar a cabeça.

▶ Conversa honesta por semana:

Para compartilhar desafios reais com alguém de confiança.

Simples, sustentáveis e repetíveis. Esses hábitos evitam que a pressão vire dureza – ou distância do time.

Na Arcuri, usamos essas práticas para apoiar líderes e equipes a criarem ambientes mais humanos e produtivos.

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A urgência constante tem um custo invisível!

Quando tudo parece prioridade, a clareza começa a desaparecer.

Responder rápido virou sinônimo de comprometimento. Mas viver em estado permanente de urgência não é produtividade sustentável.

A cultura da pressa contínua afeta decisões, relações e saúde emocional. Reuniões sem intervalo, demandas aceitas automaticamente e excesso de prioridades criam um ambiente onde ninguém consegue pensar com profundidade.

O resultado aparece aos poucos: menos clareza, mais irritabilidade, sensação constante de atraso e dificuldade para manter foco no que realmente importa.

Algumas mudanças simples podem reduzir esse desgaste: 👀

✔ Criar pausas reais entre reuniões

✔ Pensar antes de aceitar novas demandas

✔ Priorizar com mais objetividade: fazer, adiar, delegar ou eliminar

✔ Entender o custo real de cada “sim”

✔ Praticar autocuidado sem transformar descanso em culpa

Nem toda velocidade representa eficiência. Em muitos casos, representa apenas desorganização com aparência de compromisso.

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Transformação começa pelas pessoas!

Nenhuma mudança se sustenta sem uma estratégia clara de talentos.

Mudar estruturas é relativamente rápido. O difícil é fazer as pessoas acreditarem, se adaptarem e seguirem juntas no mesmo direcionamento.

Por isso, a transformação organizacional não pode se limitar a novos processos, cargos ou organogramas. Sem uma estratégia de talentos, a mudança gera insegurança, desgaste e perda de profissionais importantes.

Empresas que atravessam transformações de forma mais consistente costumam investir em alguns pilares essenciais: 👀

◼ Desenvolvimento de lideranças preparadas para conduzir mudanças

◼ Capacitação alinhada às novas demandas do negócio

◼ Mobilidade interna e novas possibilidades de atuação

◼ Comunicação frequente, clara e transparente

◼ Conexão entre transformação e perspectivas de crescimento profissional

As pessoas precisam entender não apenas o que está mudando, mas também qual espaço terão nesse novo cenário.No fim, toda transformação depende de execução. E a execução acontece nas pessoas que tornam a mudança possível todos os dias.

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Liderar é desenvolver em tempo real!

O crescimento acontece no dia a dia, não apenas em momentos formais.

Coaching não precisa de agenda marcada. Ele acontece depois de uma reunião importante, naquele feedback rápido no corredor, ou diante de uma decisão que exige mais análise.

Os líderes mais efetivos não esperam o momento ideal. Eles transformam a rotina em oportunidade de desenvolvimento.

Algumas atitudes fazem diferença: 👀

◼ Fazer perguntas que provoquem reflexão

◼ Expor o time a desafios reais, com suporte

◼ Revisar decisões e aprendizados após reuniões

◼ Conectar pessoas a quem pode acelerar seu crescimento

Desenvolver alguém também é prepará-lo para ir além do seu próprio time. E isso exige visão de longo prazo.

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Crescimento não depende só de promoção!

Desenvolver pessoas continua sendo possível, mesmo em cenários de restrição.

Nem sempre há espaço para promover. Mas quase sempre há espaço para desenvolver.

Em períodos de incerteza, pausar o crescimento das pessoas pode custar caro. O desenvolvimento profissional mantém o engajamento, prepara futuras lideranças e reduz a perda de talentos.

Como colocar isso em prática no dia a dia: 👀

👉 Mentoria com troca real de experiência

👉 Participação em projetos de outras áreas

👉 Missões temporárias com novos desafios

👉 Treinamentos conectados à rotina, não apenas teóricos

Outro ponto essencial é a transparência. Quando a empresa deixa claro o cenário e as limitações de curto prazo, ela fortalece a confiança e evita frustrações desalinhadas.

Quando a empresa não pode oferecer um novo cargo, ainda pode oferecer uma nova capacidade.

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Bem-estar começa na liderança!

O comportamento do líder define o que é, de fato, permitido na rotina.

A empresa fala sobre saúde mental. Mas como a liderança age no dia a dia? Se o reconhecimento vai sempre para quem responde fora do horário, nunca pausa e assume tudo como urgente, a mensagem real é outra.

Benefícios, programas de apoio e iniciativas de bem-estar são importantes. Mas eles só funcionam quando as pessoas se sentem seguras para utilizá-los sem julgamento.

Isso começa pelo exemplo. Quando o líder normaliza o uso de apoio psicológico, respeita limites, organiza prioridades e demonstra equilíbrio na prática, ele cria um ambiente onde o cuidado é legítimo.

Bem-estar não é apenas emocional. Envolve saúde física, estabilidade financeira e, principalmente, previsibilidade na rotina. Reduzir a cultura do “tudo é urgente” é uma decisão de gestão, não uma consequência inevitável.

O exemplo do líder pode legitimar o cuidado ou transformar o bem-estar em apenas mais um discurso.

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Reconhecer é reter antes de perder!

Pequenos gestos constroem conexão e mantêm o engajamento vivo.

Nem sempre o desligamento começa com um pedido de saída. Muitas vezes, ele começa em silêncio.

A pessoa continua entregando, cumprindo prazos, participando das reuniões. Mas, aos poucos, perde o envolvimento, a iniciativa e o interesse. É o desligamento emocional.

E aqui entra um ponto simples, mas decisivo: reconhecimento. Não precisa ser algo complexo ou formal. O que faz diferença é ser genuíno, no momento certo e conectado ao impacto real do trabalho.

✔ Reconhecer o esforço enquanto ele acontece

✔ Mostrar como aquela entrega contribuiu para o resultado

✔ Valorizar atitudes e iniciativas, não só grandes marcos

Criar uma cultura de valorização no dia a dia é o que sustenta o engajamento de forma contínua.

No fim, não é sobre grandes discursos. Às vezes, uma frase sincera no momento certo muda completamente a forma como alguém se sente no trabalho. 😉

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Confiança também é métrica de gestão!

O que não é medido dificilmente evolui de forma consistente.

Você confia na sua liderança? E mais importante: sua equipe diria o mesmo sobre você?

Confiança impacta diretamente nos resultados. Times com alta confiança tendem a performar melhor, inovar mais, permanecer por mais tempo e fortalecer a reputação da organização.

O ponto crítico é que confiança não pode ficar no campo da percepção individual. Pesquisas internas, escutas estruturadas e indicadores de clima ajudam a revelar lacunas que nem sempre são visíveis no dia a dia.

Existe um descompasso comum: líderes, muitas vezes, acreditam transmitir mais confiança do que realmente transmitem. Sem medir, essa diferença passa despercebida até se transformar em problema.

Acompanhar confiança ao longo do tempo permite agir antes que o desgaste vire crise. Pode ser uma das métricas mais estratégicas dentro de uma equipe.

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