Certificação HIMSS: mais do que um selo, um avanço estrutural

A certificação HIMSS vai além de reconhecer tecnologia — ela avalia como pessoas, processos e sistemas trabalham juntos para melhorar o cuidado em saúde.

Instituições que avançam nesse modelo constroem fluxos mais seguros, ganham eficiência operacional e reduzem riscos ao integrar dados, automatizar processos e padronizar práticas. O resultado aparece tanto na experiência do paciente quanto na gestão dos recursos.

Além disso, a certificação fortalece a reputação institucional, sinalizando compromisso com qualidade, inovação e governança em saúde digital.

Alcançar esse nível de maturidade exige visão estratégica, método e acompanhamento especializado. É nesse caminho que iniciativas bem estruturadas transformam tecnologia em valor real para o sistema de saúde.

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Tuberculose drogarresistente: a face mais visível da RAM

Se quisermos um exemplo concreto de resistência antimicrobiana (RAM) em ação, basta olhar para a tuberculose drogarresistente.

O Brasil notifica, todos os anos, centenas de casos de tuberculose resistente a pelo menos um fármaco, incluindo um contingente importante classificado como MDR-TB (resistência pelo menos a isoniazida e rifampicina).

Cada caso de MDR/XDR-TB significa: 👀

• Esquemas mais longos, caros e tóxicos

• Maior risco de abandono e de transmissão de cepas resistentes

• Impacto direto em mortalidade, dias de internação e custos para o sistema

E o mais importante: a RAM em TB não nasce do nada. Ela é resultado de: 👀

• Diagnóstico tardio ou incompleto

• Uso inadequado dos esquemas terapêuticos

• Falhas na adesão por barreiras sociais, financeiras ou organizacionais

• Acesso desigual a testes de sensibilidade e métodos rápidos

Quando olhamos para TB sob a lente da RAM, a discussão deixa de ser apenas microbiológica e passa a ser de sistema: rede laboratorial, política de acesso, modelos de cuidado e stewardship.

Para debater: o que o modelo de vigilância e tratamento da TB pode ensinar para outras frentes de RAM (infecções urinárias, sepse, infecções hospitalares)? ⌨

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Stewardship antimicrobiano: carbapenêmicos não cabem mais no “uso automático”

O fim da era da prescrição por comodidade terapêutica.

No Brasil, a presença de KPC, NDM e OXA-23 está diretamente ligada ao uso histórico indiscriminado de antimicrobianos de amplo espectro.

Em 2025, já não existe espaço para stewardship sem: 👀

◼ Critérios claros de indicação

◼ Protocolos locais atualizados

◼ Equipes dedicadas

◼ Microbiologia atuante

Oportunidades reais:

◼ Transformar stewardship em exigência regulatória

◼ Criar times multiprofissionais estruturados

◼ Revisar prescrições em 48–72h com feedback ao prescritor

◼ Integrar dados de RAM locais aos processos de decisão

Menos protocolo no papel, mais prática consistente.

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Carbapenêmicos em alerta: o ponto crítico da RAM no Brasil

Por que resistência deixa de ser um problema microbiológico e vira problema de sistema?

A resistência aos Carbapenêmicos no Brasil já não é exceção – é rotina em muitos hospitais.

Enterobactérias, Pseudomonas e Acinetobacter resistentes criam um cenário onde terapias de “última linha” simplesmente deixam de funcionar.

Isso não é um tema laboratorial isolado: é mortalidade, custos, pressão assistencial e capacidade real do sistema de responder.

O que muda o jogo? 👀

▶ Tratar a resistência como indicador estratégico, não como responsabilidade apenas do laboratório.

▶ Integrar CRE/CRAB/CRO às metas de qualidade, segurança e contratos.

▶ Conectar microbiologia, farmácia e gestão na mesma mesa de decisão.

Melhorar começa por medir e agir em cima dos dados.

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Como validar tecnicamente produtos de diagnóstico antes do lançamento no Brasil

A validação técnica garante que um produto de diagnóstico realmente entrega os resultados prometidos. É também um dos principais requisitos para registro junto à Anvisa.

O que é validação técnica e por que ela é essencial

A validação comprova o desempenho analítico e clínico de um produto. É o que diferencia um teste confiável de um resultado incerto. Parâmetros como sensibilidade, especificidade e reprodutibilidade são analisados com rigor.

Etapas da validação no contexto brasileiro

  • Planejamento do protocolo de validação
  • Parcerias com laboratórios clínicos para coleta e análise de amostras
  • Execução dos estudos e análise estatística
  • Documentação para submissão regulatória

Cada etapa deve seguir os padrões exigidos pela Anvisa e normas internacionais (como ISO 13485 e ISO 15189).

Erros comuns e como evitá-los

Falhas na escolha de amostras, inconsistências nos relatórios e ausência de rastreabilidade estão entre os erros mais frequentes. Eles atrasam o registro e comprometem a credibilidade da empresa.

Como a Arcuri FS conduz o processo com excelência

Com expertise técnica e uma rede de laboratórios parceiros, a Arcuri FS apoia todas as fases da validação — desde o desenho do estudo até a submissão final — garantindo conformidade e eficiência.

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