Tuberculose: um problema de hoje, não do passado

Quando falamos em doenças respiratórias, muita gente ainda enxerga a tuberculose como algo “do passado”. Mas os dados contam outra história.

O Brasil ainda registra uma incidência elevada de tuberculose, bem acima da meta proposta pela OMS para 2030.

Seguimos entre os países com maior carga de TB no mundo, mesmo com programas consolidados de controle.

Por trás desses números, há um recorte muito claro de vulnerabilidade: 👀

• Pobreza e moradia precária

• Superlotação (cárcere, abrigos, áreas urbanas densas)

• Coinfecção com HIV e outras condições que fragilizam o sistema imune.

Ou seja: falar de tuberculose, hoje, é falar de desigualdade, acesso a diagnóstico e continuidade de cuidado.

Pergunta para reflexão: como líderes em saúde, estamos tratando TB como um tema residual… ou como um indicador central da qualidade do nosso sistema? 💭

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O que são ‘superfungos’ e por que isso importa?

Nos últimos anos, o termo “superfungos” começou a aparecer cada vez mais nas notícias e em discussões técnicas.

Na prática, estamos falando de fungos com resistência elevada ou múltipla aos antifúngicos que usamos rotineiramente.

Isso significa infecções mais difíceis de tratar, maior risco de desfechos graves e maior pressão sobre o sistema de saúde.

Alguns exemplos já reconhecidos por organizações internacionais como criticamente prioritários incluem espécies de Candida, Aspergillus e outros fungos oportunistas que acometem, sobretudo, pacientes graves, imunossuprimidos, em UTI, onco-hematologia e transplantes.

Por que isso importa? 👀

• Temos poucas classes de antifúngicos disponíveis, muitas vezes com toxicidade relevante.

• A resistência limita as opções terapêuticas e aumenta o risco de mortalidade.

• O diagnóstico laboratorial de micose invasiva e de resistência ainda é subutilizado em muitos serviços.

Quando falamos em resistência antimicrobiana (RAM), não estamos falando apenas de bactérias.

Os fungos resistentes são parte central desse desafio – e merecem espaço nas discussões sobre políticas públicas, investimento em diagnóstico e programas de stewardship.

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Stewardship antimicrobiano: carbapenêmicos não cabem mais no “uso automático”

O fim da era da prescrição por comodidade terapêutica.

No Brasil, a presença de KPC, NDM e OXA-23 está diretamente ligada ao uso histórico indiscriminado de antimicrobianos de amplo espectro.

Em 2025, já não existe espaço para stewardship sem: 👀

◼ Critérios claros de indicação

◼ Protocolos locais atualizados

◼ Equipes dedicadas

◼ Microbiologia atuante

Oportunidades reais:

◼ Transformar stewardship em exigência regulatória

◼ Criar times multiprofissionais estruturados

◼ Revisar prescrições em 48–72h com feedback ao prescritor

◼ Integrar dados de RAM locais aos processos de decisão

Menos protocolo no papel, mais prática consistente.

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Carbapenêmicos em alerta: o ponto crítico da RAM no Brasil

Por que resistência deixa de ser um problema microbiológico e vira problema de sistema?

A resistência aos Carbapenêmicos no Brasil já não é exceção – é rotina em muitos hospitais.

Enterobactérias, Pseudomonas e Acinetobacter resistentes criam um cenário onde terapias de “última linha” simplesmente deixam de funcionar.

Isso não é um tema laboratorial isolado: é mortalidade, custos, pressão assistencial e capacidade real do sistema de responder.

O que muda o jogo? 👀

▶ Tratar a resistência como indicador estratégico, não como responsabilidade apenas do laboratório.

▶ Integrar CRE/CRAB/CRO às metas de qualidade, segurança e contratos.

▶ Conectar microbiologia, farmácia e gestão na mesma mesa de decisão.

Melhorar começa por medir e agir em cima dos dados.

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Sustentabilidade também é inovação

Eficiência, responsabilidade e impacto positivo na saúde.

O futuro do setor de saúde passa também pela inovação com sustentabilidade. 🌱

Como em outras indústrias, a da saúde tem um viés de pesquisa e desenvolvimento significativo.

Além dos desafios inerentes à pesquisa de um novo produto diagnóstico, o acesso à novas tecnologias assume um papel relevante dentro da indústria diagnóstica.

Afinal, qual o valor justo para um determinado exame? As informações que acompanham o resultado resultam num desfecho clínico mais rápido e correto?

A discussão de temas como estes corroboram para que o nosso setor seja mais sustentável.

A Arcuri em parceria com a Diagnóstica Brasil, acredita que inovação e sustentabilidade caminham juntas, e por isso apoiamos discussão em conjunto com toda a cadeia diagnóstica.

Da otimização de processos laboratoriais ao uso racional de recursos, cada ação contribui para uma saúde mais sustentável – para as pessoas e para o planeta.

Sustentabilidade é pensar no amanhã. 💡

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POCT: inovação que exige gestão e qualidade

Os desafios por trás da agilidade diagnóstica.

Embora o Point of Care Testing (POCT) ofereça agilidade e praticidade, sua implementação requer planejamento técnico, padronização e controle de qualidade rigoroso.

Entre os principais desafios estão a variabilidade de resultados, rastreabilidade limitada e a necessidade de capacitação das equipes, fatores que podem impactar a precisão diagnóstica quando não há acompanhamento adequado.

Por isso, o sucesso do POCT depende de integração com sistemas laboratoriais, monitoramento contínuo e suporte especializado, garantindo que a rapidez dos testes venha acompanhada da confiabilidade necessária.

A Arcuri em parceria com a Diagnóstica Brasil, apoia instituições na adoção responsável do POCT – unindo tecnologia, governança e qualidade em prol da segurança do paciente e da excelência diagnóstica. 👏

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POCT: agilidade que transforma o cuidado em saúde

Como os testes rápidos ampliam o acesso e aceleram decisões clínicas?

O Point of Care Testing (POCT) representa uma evolução no diagnóstico moderno, aproximando o resultado laboratorial do paciente e proporcionando uma redução no tempo da sua jornada.

Ao permitir testes realizados diretamente no ponto de atendimento, o POCT reduz o tempo entre coleta e resultado, agilizando condutas médicas, otimizando fluxos hospitalares e ampliando o acesso ao diagnóstico – especialmente em contextos emergenciais e regiões com menor estrutura laboratorial.

Essa tecnologia contribui para um sistema de saúde mais dinâmico, resolutivo e centrado no paciente.

A Arcuri em parceria com a Diagnóstica Brasil, acredita que inovação é sinônimo de eficiência – e que o POCT é uma peça-chave no futuro do diagnóstico ágil e acessível. 👏

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IA + Liderança Humana: um novo caminho para o engajamento e a confiança

Como a Inteligência Artificial pode liberar tempo e fortalecer as habilidades que mais importam: empatia, clareza e propósito.

Em um cenário onde o engajamento e a confiança nas lideranças estão em queda, a tecnologia pode parecer uma ameaça – mas a Inteligência Artificial pode ser justamente o oposto.

Pesquisas recentes mostram que apenas uma pequena parcela dos líderes demonstra, de forma consistente, habilidades humanas como empatia, comunicação e consciência. O resultado? Menos confiança, mais rotatividade e um time desmotivado.

Mas quando bem utilizada, a IA pode ampliar o tempo disponível para liderar pessoas, refinar a clareza das comunicações e fornecer dados que tornam o feedback mais assertivo.

Liderar com o apoio da tecnologia não significa perder o lado humano, significa potencializá-lo. Porque o futuro da liderança será cada vez mais tecnológico e, ao mesmo tempo, profundamente humano. 💡

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Inteligência Artificial: o poder da análise estratégica nos negócios

Como a IA transforma a tomada de decisão e otimiza recursos

A Inteligência Artificial não está apenas nos laboratórios – ela já é uma aliada poderosa da gestão de diversos negócios.

Ferramentas de IA permitem prever demanda, otimizar estoques, planejar compras e até ajustar investimentos com base em padrões de consumo e sazonalidade.

No marketing e relacionamento com o mercado, a IA identifica perfis, antecipa tendências e apoia decisões de negócio mais assertivas.

A Arcuri apoia instituições a crescerem com eficiência, sustentabilidade e impacto positivo. 💼

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Inovação e tendências no diagnóstico laboratorial: o que esperar até 2030

O setor de diagnóstico vive um momento de transformação. Inovações em biotecnologia, inteligência artificial e medicina personalizada estão redefinindo a forma como detectamos e prevenimos doenças.

O papel da tecnologia na transformação do diagnóstico

A automação e a digitalização tornaram os laboratórios mais eficientes e precisos. Plataformas integradas permitem resultados mais rápidos e seguros, enquanto a inteligência artificial auxilia na interpretação de exames complexos.

Avanços em biotecnologia e medicina personalizada

O uso de biomarcadores, sequenciamento genético e diagnóstico molecular torna possível identificar doenças precocemente e escolher terapias específicas para cada paciente.
Essa personalização é uma das principais tendências globais — e o Brasil começa a avançar rapidamente nesse campo.

Sustentabilidade e responsabilidade social no setor

A pressão por práticas ESG também chega ao diagnóstico. Empresas que adotam processos limpos, gestão de resíduos eficiente e cadeias de suprimentos éticas ganham vantagem competitiva.

Como se preparar para o futuro

Para acompanhar essas mudanças, é fundamental ter uma visão integrada de negócio e conformidade. A Arcuri FS apoia empresas na adaptação a novas tendências tecnológicas e regulatórias, posicionando-as para liderar a próxima década do diagnóstico laboratorial.

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