Por que resistência deixa de ser um problema microbiológico e vira problema de sistema?

A resistência aos Carbapenêmicos no Brasil já não é exceção – é rotina em muitos hospitais.

Enterobactérias, Pseudomonas e Acinetobacter resistentes criam um cenário onde terapias de “última linha” simplesmente deixam de funcionar.

Isso não é um tema laboratorial isolado: é mortalidade, custos, pressão assistencial e capacidade real do sistema de responder.

O que muda o jogo? 👀

▶ Tratar a resistência como indicador estratégico, não como responsabilidade apenas do laboratório.

▶ Integrar CRE/CRAB/CRO às metas de qualidade, segurança e contratos.

▶ Conectar microbiologia, farmácia e gestão na mesma mesa de decisão.

Melhorar começa por medir e agir em cima dos dados.