Como o diagnóstico guiado por resistência redefine o tratamento e o controle das IST’s?

Pequeno no tamanho, mas grande no impacto – o Mycoplasma genitalium (MG) representa um desafio crescente para o manejo das infecções sexualmente transmissíveis.

As taxas de resistência a macrolídeos já são elevadas, e o alerta agora se estende às quinolonas. Sem testes moleculares (NAAT) com detecção de resistência, o tratamento acaba sendo conduzido por tentativa e erro.

Para mudar esse cenário, é preciso integrar o diagnóstico à estratégia clínica: 👀

🔹 Expandir o acesso a NAAT com marcador de resistência (23S rRNA/parC);

🔹 Adotar o algoritmo em duas etapas (doxiciclina → teste de resistência → regime dirigido);

🔹 Criar centros de referência para casos persistentes com fluxos claros de encaminhamento.

Essas medidas fortalecem o controle da RAM e reduzem falhas terapêuticas, garantindo um manejo mais racional, preciso e sustentável.

A Arcuri, em parceria com a Diagnóstica Brasil, reforça o papel do diagnóstico laboratorial como eixo estratégico para a vigilância e o uso responsável de antimicrobianos. 🤝