Quando seus colegas foram demitidos… mas você não!

Sobreviver a uma onda de demissões pode parecer, de fora, motivo apenas para alívio.

Mas quem permanece muitas vezes vive uma mistura difícil de gratidão, culpa, medo, exaustão e incerteza.

Esse fenômeno tem nome: síndrome do sobrevivente.

Depois de um layoff, não muda apenas o organograma. Mudam as relações, o clima, o senso de pertencimento, a percepção de segurança e até a forma como a pessoa enxerga seu próprio papel.

Nesses momentos, é importante reconhecer emoções, compreender o novo contexto, reposicionar sua proposta de valor e reconstruir um plano concreto para seguir adiante.

Sobreviver não basta. É preciso reencontrar clareza, agência e direção.

Em tempos de reestruturação, cuidar de quem fica também é estratégia. 😉

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Quando tudo parece… não muito bom!

Há momentos em que o ambiente de trabalho parece carregado por algo difícil de nomear: ansiedade, insegurança, irritação, cansaço, apatia.

Mudanças tecnológicas, reestruturações, incerteza econômica e pressão constante criam um cenário emocionalmente exigente. E ignorar isso não resolve.

Emoções intensas não aparecem por acaso. Muitas vezes, elas são respostas racionais a contextos instáveis.

Talvez o caminho não seja fingir que está tudo bem, mas desenvolver mais repertório para lidar com o que está acontecendo — em nós e nos outros.

Liderança também passa por isso: reconhecer o clima emocional, dar nome às tensões e construir ambientes onde seja possível seguir com lucidez, humanidade e responsabilidade.

Nem toda resposta está em acelerar. Às vezes, ela está em entender melhor o que sentimos.

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